Quem somos
 Nossa clínica
 Nossos serviços
 Corpo clínico
 O que fazemos
 Milagres?
 Nossos clientes
 Agende sua consulta
 Investimento
 Conheça mais...
 Fale conosco
 
 

Qual o índice de sucesso dos implantes?
     A taxa de sucesso dos implantes varia entre 90% e 100%, dependendo da localização e da qualidade do osso onde é colocado. É bom lembrar que os implantes podem durar por toda a vida, desde que o procedimento tenha sido bem executado e exista uma higienização adequada. Além disso, é preciso fazer revisões semestrais, nos primeiros dois anos, e anuais posteriormente.

O que acontece quando um implante cai?
     Quando um implante cai, a pessoa deve procurar o dentista o mais rápido possível para evitar perda óssea ao seu redor. Mas a perda de um implante não significa necessariamente a perda da prótese, pois esta pode estar apoiada ern outros implantes. Mesmo no caso de perda de um implante, é possível colocar outro no mesmo local, o que exigirá urn novo planejamento.

Quais as possíveis causas de falhas dos implantes?
     As causas mais frequentes de fracasso são: higienização inadequada, falta de capacitação do profissional e estado complicado de saúde do paciente. Pessoas portadoras de diabetes ou fumantes, por exemplo, não são proibidas de receber implantes, mas é importante orientá-lías quanto aos riscos. Algumas falhas, porém, ocorrem em casos aparentemente muito favoráveis e é praticamente impossível saber a causa real.

A capacidade de mastigação melhorará após a colocação dos implantes?
     Os implantes apresentam resultados funcionais muito superiores aos obtidos por próteses que não são suportadas por implantes. Os pacientes que usam dentaduras há muito tempo e colocam implantes, por exemplo, sentem uma diferença muito significativa, recuperando a segurança e, muitas vezes, a auto-estima.

Pelo fato de ser um "corpo estranho", existem riscos de rejeição do implante?
     Não ocorre rejeição, pois o titânio é um material imunologicamente inerte. A contaminação, quando ocorre, é por via cirúrgica e não por falhas no processo de fabricação dos implantes. Lembre-se: a perda de um implante nunca está associada à rejeição, mas sim à falta de reparo ósseo adequado ao redor dos implantes (osseointegração). Isso pode ocorrer devido ao estado geral de saúde do paciente. Doenças sistémicas ou fatores comportamentais podem interferir no reparo ósseo, tais como diabetes, tabagismo, ou mesmo a não realização dos cuidados pós-operatórios pelo paciente.

É recomendável a extração de dentes naturais para a colocação de implantes?
     Sempre que possível, deve-se evitar a extração de um dente natural. No entanto, quando os dentes naturais estão muito comprometidos, a extração para a instalação de implantes pode ser urna boa solução. Muitas vezes, quando os dentes naturais anteriores não estão em bom estado e não existem dentes posteriores, opta-se por remover todos os dentes naturais remanescentes para que sejam colocados impiantes. Assim, pode-se colocar um menor número de implantes, apenas o suficiente para conseguir apoio para as próteses, conseguíndo-se uma melhor relação custo-benefício.

Há uma regulamentação a respeito da venda de implantes?
     Sim. Os implantes passaram a ser registrados obrigatoriamente pelos seus fabricantes no Ministério da Saúde (Anvisa) desde março de 1993. Na embalagem, portanto, deve constartipo de esterilização, validade, data de fabricação, técnico responsável e outros itens. Esse tipo de informação deve ser acessível ao usuário, pois os implantes são considerados produtos de risco já que são colocados dentro do corpo humano.

Fonte: Revista ImplantNews